segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Pata de Elefante lança video-clipe




A banda de rock instrumental Pata de Elefante lançou essa semana um novo clipe, da música "

Um olho no fósforo, outro na fagulha".







Segue o vídeo:

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Carbon/Silicon coloca CD para Download Gratuitamente


O Carbon/Silicon, banda formada por Mick Jones (ex-The Clash) e Tony James (ex-Generation X/Sigue Sigue Sputinik), duas instituições do rock, disponibilizou seu novo trabalho, "The Carbon Bubble", inteirinho para download gratuito em seu site oficial, para baixar clique aqui.
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CineNoize #2

Acontecerá no dia 26 a edição de Novembro do CINENOIZE, ás 19hrs na Casa da Ribeira com entrada por apenas 2 reais.

Documentários, Video-Clipes e todo tipo de Videos independentes.
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Acontece essa Semana o Festival Dosol Música Contemporânea





Acontece essa semana o "Festival Dosol Música Contemporânea", nessa etapa do festival o ambiente se muda para a Casa da Ribeira e temos mais 12 bandas entre atrações locais e de outros estados, tudo acontecerá de forma gratuita e ás 19 hrs. Acompanhe a programação:

19 de Novembro
19h - Automatics (RN)
19h45 - Visitantes (SP)
20h30 - Projeto Trinca (RN)

20 de Novembro
19h - A Banda de Joseph Tourton (PE)
19h45 - Camarones Orquestra Guitarrística (RN)
20h30 - Eu Serei a Hiena (SP)

21 de Novembro
19h - Macaxeira Jazz (RN)
19h45 - Experiência Ápyus (RN)
20h30 - Seu Zé (RN)

22 de Novembro
19h - Onofre (RN)
19h45 - Tesla Orquestra (RN)
20h30 - Simona Talma (RN)




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quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Lançamento - Rinoceronte [Compacto.REC]


Saiu recentemente mais um lançamento pelo Compacto.REC (projeto de lançamentos virtuais encabeçado pelo Circuito Fora do Eixo), dessa vez a bola fica com os gaúchos do Rinoceronte, banda que circula entre o rock setentista e o stoner rock contemporâneo.









Confira o Release Oficial clicando aqui ou diretamente no site do Compacto.REC.

Clique na imagem acima para fazer o download do disco na íntegra.



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terça-feira, 10 de novembro de 2009

Como Foi - Festival Dosol (Primeiro Dia)



Parabéns à produção do festival, poucas vezes no meio do rock independente brasileiro um evento começa pontualmente às 15h30, não deu nem pra chegar para pegar a última música dos
FLAMING DOGS. Segundo Hugo Morais (site O Inimigo), a banda teve pequenos problemas com o pedal do bumbo, o que deixou a apresentação meio tensa, mas a banda ainda vai ter muita chance no futuro breve, caso continue com seus riffs rápidos e rockão básico, uma espécie de versão natalense dos Hellacopters.
Na sequência, o DRIVEOUT tocou para um público pequeno, mandando seu recado para a turma que os chama de “emocore”. O vocalista Vini estava quase sem fôlego depois de cantar as composições que misturam dedilhados, paradinhas estratégicas, gritos e sussurros. O baterista da banda arrebenta tudo e mais um pouco.
Para o VENICE UNDER WATER, a plateia já havia chegado em bom número no palco do Centro Cultural Dosol para observar e contemplar a sonoridade ianque que emana das cordas e vozes do agora quinteto. Leia-se Incubus, Sparta e quetais. Neste momento, o som estava muito bom para os vocais e as guitarras em menor volume, mas a banda deu seu recado, tocando as faixas de sua recém-lançada compilação.
No palco do Armazém Hall, uma figura um tanto quanto alienígena – vestido de uniforme verde ecológico, lencinho com caveira e capacete personalizado – e munido apenas de uma guitarra vagabunda e um notebook de última geração (olha o contraste!) cantava sobre estar cansado do mundo e queria “um barato novo”. Ele parecia mais um trintão/quarentão que a mãe não deixou que ele tocasse em banda de rock quando era adolescente e agora inventou de fazer uma banda de um homem só, de Minas Gerais, chamada de O MELDA. Primitivo e tecnológico ao mesmo tempo. Causou estranheza.
Na sequência, o show mais bem equalizado no primeiro dia, justamente a fusão de psicodelia, hard rock e Mutantes que os malucos do PLÁSTICO LUNAR montaram para dizer que viajaram de tão longe, Sergipe, e que tinham algo a dizer ali no palco do Dosol. O hit subterrâneo “Formato cereja” levantou o público com seus riffs setentistas de guitarra e pela execução perfeita e entrosada que a banda apresentou. Uma quase balada ao final deu o toque Arnaldo Batista que faltava. Showzaço.
Depois, no Armazém Hall, os catarinenses do CASSIM & BARBÁRIA mostraram competência para tocar no palco grande, tanto que já foram aos EUA e Canadá mostrar seu som, tentando hipnotizar a plateia com notas flutuantes de guitarras distorcidas e etéreas, sintetizadores antigos e um baixista gigante imóvel. Meio difícil classificar a sonoridade do quinteto, mas misture rock de garagem, Slowdive e os Bee Gees no começo de carreira (sério!) que você chega quase lá. Apresentação competente e com as pessoas aplaudindo.
Os BUGS tocaram no Dosol e explodiram tudo, inclusive os alto-falantes médios, que a partir da metade do show em diante daí mais funcionaram para nenhuma banda. De todo modo, mandaram o barulho de sempre, os riffs de sempre e os vocais nebulosos de sempre, tocando o material do novo EP recém-lançado.
Da Bahia, vieram os doidões do VENDO 147, com uma clone drum (bateria com duas peles de bumbo, ou seja, um baterista toca de um lado e o outro no lado oposto!), virtuose instrumental e tudo instrumental. De onde veio a ideia de fazer um som ninguém sabe, mas que deu certo até demais, isso deu. O povo ficava olhando para os dois bateristas, um deles Djimmy (ex-Honkers), olhando o desempenho, potência sonora e sincronia de ambos enquanto o trio de cordas mandava um rock envenenado e rápido, que terminou com uma sequência de riffs em formato medley (Led Zepellin, AC/DC, Peter Frampton, Metallica e por aí vai) deixando todos em polvorosa. Também, nessa hora, apelaram e jogaram para a torcida! Mas o show foi bem recebido pelo público já bem antes desse final “rock arena”.
O que falar então de OS BONNIES? Mesmo com o som sem os médios já detonados, o quarteto manteve seu nível de selvageria e mandou ver no seu inocente rock’n’roll cinquentista, levando quem estava no Dosol a acompanhar a saraivada das guitarras “arranhadas” do quarteto, só faltando alguma menina da plateia para fazer um strip, mas o local estava tão cheio e quente que não nem bom pensar numa cena destas. Fizeram o de sempre, embora Olavo (baixista) tenha dito depois que o som estava muito embolado em cima do palco e eles ficaram meio receosos. Que nada! Rock no talo, mas sem os médios...
Quantos aos ruidosos REJECTS, tocaram em alto e bom som seu rock à la Mudhoney com voz rouca, bateria que mais parecia um trovão e riffs de guitarra mais graves do que máquinas de metalúrgica. Tudo bem equalizado, terminando com a já esperada versão para “Keep on rockin’ on the free world”, do Neil Young, primeiro canadense presente na noite. Também no final, jogaram a favor. Marcelo (baterista) disse que ficou faltando no final uma faixa nova que era a cara da banda, mas eles preferiram tocar essa. Ficou o clima de celebração roqueira.
Falar dos paranaenses dos SICK SICK SINNERS é tratar de psychobilly, surf music, Cramps, guitarra Gretsch e contrabaixo acústico de verdade (aquele da altura de uma porta e que já é o excesso de bagagem nas viagens!). Tocar toda essa insanidade no Dosol (de novo, sem os alto-falantes médios estarem funcionando) já seria um ato de selvageria antes de sair o primeiro acorde. Além disto, um microfone falhou, a bateria andou e o trio mostrou som de gente grande, não parando um segundo e mandando uma seqüência de riffs mal assombrados que caberiam em qualquer filme B ou do Tarantino. A plateia foi ao delírio, uma menina queria subir para cantar o tempo todo, um cara com chapéu de vaqueiro texano também estava no palco tentando fazer alguma coisa que não se sabe o quê, os mais agitados começaram a pular do palco em cima dos outros e a festa continuou até o final. Está aí uma banda animada para qualquer festa. Pode chamar os Sick Sick Sinners que não vai ter erro. Ponto para a produção que pagou o excesso de bagagem!
Quando você pensava que já tinha visto tudo, lá vem os baianos dos RETROFOGUETES incendiando o Armazém Hall com surf music, música circense e palhetadas fenomenais de guitarra que marcam a apresentação do trio, que parece ser um quinteto, tamanha é a potência sonora. Ganharam o público com um show animado, engraçado (a dancinha do baixista “Mago Merlin” é hilária) e dedicado às belas meninas de Natal. Tocaram mais duas faixas além do tempo estipulado, isso tudo com autorização do chefão do festival. Isso é que é moral!
No Dosol o duo sergipano THE BAGGIOS, cujo guitarrista também toca no Plástico Lunar, perdeu um pouco sua força de costume devido à aparelhagem de som, já que eles não tem baixo, apenas guitarra e bateria. Tocaram muito material novo, desta vez já cantando em português o seu mix de blues, rock’n’roll e pitadas de hard rock. As pessoas aplaudiram, mas foi um show morno, mais devido ao som do espaço do que pela extrema competência da banda. Em todo caso, vi sendo vendidos vários cd’s dos Baggios depois nas banquinhas. Sinal de que alguma coisa funcionou.
Para terminar a parte estritamente roqueira do festival, a atração mais esperada do dia, o trio canadense DANKO JONES. Apresentação muito bem equalizada, guitarra nas alturas, bateria trovão e a voz semi-raivosa do vocalista tomando conta do lotado Armazém Hall. Todos vestindo preto, o baterista canhoto mostrou técnica, o baixista fez caretas à la Gene Simmons e o próprio Danko Jones provocou a platéia várias vezes (“Se vocês vieram ver um show de rock, por que estão fucking sentados?”), se bem que parecia já tudo muito bem ensaiado (“Vocês da direita, vocês da esquerda, vocês aí lá de trás, vão ficar parados?”, dizia em inglês canadense do norte). Show competente, barulhento e com o amplificador Marshall no volume máximo. Houve quem não gostasse, mas que o rock rolou não há dúvidas. O Danko Jones toca um rock sem muitas firulas (sem solos, dedilhados), mas que funciona, embora meus ouvidos já estejam bem treinados e não vejam muita novidade ou boas melodias em seqüência nos canadenses. Mas ponto de novo para a produção do festival que, ao que tudo indica, perturbou a banda durante três anos para que, até que enfim, eles viessem tocar no Brasil. Vimos como uma banda extremamente profissional toca, e bem.
Quanto ao término do Festival neste primeiro dia, o bailão “Barulhinho Bom”, não pude comparecer devido à intensa dor nas pernas da maratona roqueira. Nuda (PE), Dusolto (RN), Orquestra Boca Seca (RN) e Eddie (PE), devem ter criado um outro clima, mais manso, mais swingado e mais misturado com a MPB, mas isto é uma história para outra pessoa contar, não eu.

ALEXANDRE ALVES é dublê de jornalista, integrante categoria master do Coletivo Noize e simula tocar guitarra nos sombrios The Automatics.

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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

[FLIPERAMA(RN) - DOWNLOAD]


Com quatro anos e meio de estrada, este é o terceiro disco dos potiguares da Fliperama. Além de 3 discos lançados a banda também tem registros em vídeos com a gravação de um DVD em parceria com outros artistas locais. Este EP é parte de um disco que deverá ser lançado no inicio do ano que vem pelo Prêmio Núbia Lafayette da Fundação José augusto.
Nesta 1ª parte, o disco trás 6 faixas inéditas, mostrando que a banda amadureceu sem perder as características que marcam a banda desde o início. O disco traz baladas, e muito punk rock duro seguindo a escola Ramoniana.

Para baixar o ep "Mais que três acordes" clica na capa do cd abaixo ae vai!!


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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Festival Dosol - Quem é Quem? (Segundo Dia)







Continuando com o "Quem é Quem" do Festival Dosol, vamos agora pra o segundo dia, conhecido com o mais pesado!

15:30 - Dr.Carnage (RN)




Quem São: Putaria no estilo horror punk, guitarrista fortão no estilo brucutu(ui!) com direito até a padre Füdeus

Lembra Mas Não É: Raimundos, Matanza e Raimundos






16:00 - I.T.E.P. (RN)
Quem São: Metalcore(?) rápido, gritado e esporrento, tá de boa né?


Lembra Mas Não É: New York, Vin Disiel e Confronto






16:30 - Fliperama (RN)

Quem São:Os chefes do Punk Rock Chicletudo da terra Dosol, longe dos palcos a um tempo mas, quem é rei nunca perde a majestade!
Lembra Mas Não É: Ramones, Carbona e Magaivers










17:00 - Nervochaos (SP)
Quem São: Daquela galera do metal que você não sabe distinguir se tá no grind ou no black metal,ou seja, metal, gerando o caos nos nervos presentes.



Lembra Mas Não É: Canibal Corpse, cachorro rosnando e instrumental rápido















17:30 - Deadly Fate (RN)

Quem São: heavy metal tradicional genuinamente potiguar, disco novo e orda metálica em peso.
Lembra Mas Não É: Blind Guardian, Judas Priest e todos os seus amigos Tr00.







18:00 - Distro (RN)

Quem São: Esses sim conseguem fazer um rock 90's! Os lombrados lançaram EP duplo e videoclipe em 2009.
Lembra Mas Não É: Dinosaur Jr., Reffer, Nestlé e Chilli.













18:30 - Pulverhund (Noruega)

Quem São: Brazuca na bateria com noruegueses completando o time, tomara que os caras não derretam nesse Dosol.
Lembra Mas Não É: Pearl Jam lento com uma vêia indie saltitando da testa.





19:00 - Comando Etílico (RN)
Quem São: metaaaaaaal em português, show perfeito pra bater cabeça e girar seus cabelos sujos de cerveja
Lembra Mas Não É: Woooooo, Ahhhh e Agudos.









19:30 - Confronto (RJ)



Quem São: São os XxX mais mais do metal, 10 anos limpos.
Lembra Mas Não É: Throwdown, Hatebreed e Pilotos pretos.










20:00 - Calistoga (RN)



Quem São: A banda que mais cumpriu em 2009 do estado, depois de viajar os "Post-Hardcorers" voltam pra mais uma apresentação no festival.
Lembra Mas Não É: Hot Water Music, At The Drive-In e Fugazi










20:30 - Devotos (PE)


Quem São: são de recife, não é lombra não, é punk rock devasso e vamos pro pogo!!! punk rock hardcore....
Lembra Mas Não É: Bad Brains, Hardcore antigo e foi a maior roda de polgo que eu vi na minha vida.














21:30 - Mugo (GO)

Quem São: Essa ae quero ver ao vivo,
se for parecido com o clipe, to dooooooido!!
Lembra Mas Não É: Sepultura + Deftones - Chino Moreno


















22:00 - Exploited (Uk)



Quem São: Lendas vivas do punk e a caveira mais famosa do rock perdendo apenas para o Eddie (não a banda, o zumbi do Iron Maiden)
Lembra Mas Não É: Lembra aqueles outros punks ingleses mas esses tem moicanos mesmo.





Os portões se abrem ás 15 horas como o primeiro dia, venham com camisas pretas.




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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Festival Aumenta Que é Rock Começa nessa Sexta!




O Festival Aumenta Que é Rock começa essa sexta feira na Paraíba, o leque de bandas vão de uma ponta do rock a outra, abaixo segue o Line Up da edição 2009:

Sexta :

Cabruera
Calistoga (RN)
Flávio Cavalcanti
Os Reis da Cocada Preta
PulverHund (Noruega)
Retrofoguetes (BA)
Sick Sick Sinners (PR)
Vendo 147 (BA)

Sábado:
A Trigger to Forget (CE)
Comedores de Lixo
Confronto (RJ)
Devotos (PE)
Decomposed God (PE)
Elmo
Mugo (GO
Nervochaos (SP)
Overcast
Sodoma

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Depósito Hominis Canidae:Emicida - Pra quem já mordeu cachorro por comida, até que eu cheguei longe (2009)...

Leandro Roque de Oliveira ou E.m.i.c.i.d.a ficou conhecido por frequentemente estar no pódio dos maiores torneios de freestyle (rima de improviso) do país. E despontou esse ano como uma das revelações da música nacional por conta da sua sinceridade e extrema necessidade de por pra fora o que sente em rimas. O título da mixtape surgiu de uma história real do rapper. Num episódio tragicômico, Emicida mordeu Afrodite, a cadelinha da família, quando ela lhe roubou o único pedaço de pão que ele tinha pra comer em casa.

Tenho escutado muito esse disco em 2009, pra mim um dos melhores do ano, mas não vejo muitas resenhas sobre ele por ai. O MC Leandro Roque não foge da realidade de muitos rappers do pais, vem da periferia da Zona Norte, rima desde quando sua mente tem recordações, passou dificuldades, quase se perdeu e ressurgiu pra música em rinhas de MCs da cidade cinza de São Paulo. Ele tem um blog onde se denomina Embaixador da Rua, mesmo que ultimamente esteja fazendo apenas shows e não atualizando blogs...


Reza a lenda que a Sigla EMICIDA significa "Enquanto Minha Imaginação Compor Insanidades Domino a Arte”, Emicida é também uma provocação: assassino de MCs. O músico deu-se a alcunha ao enfrentar e vencer muitas batalhas contra MCs nas rinhas que participou. Em sua primeira mixtape, apresenta 25 faixas, que passeiam por diversas influências, com rima boa do início ao fim. Destaco a capacidade que ele tem de falar de trivialidades do dia-a-dia do brasileiro, pra mim um dos motivos pro crescimento meteorico do rapper, além de utilizar uma linguagem direta, mas que atinge periferia e alto de apartamentos (como o meu). Dedica o disco a mãe em som, nao esquece dos chegados e joga na cara sem dó de quem so tentou coloca-lo pra baixo...

Os hits Triunfo e To bem apresentam bases versateis, dançantes e fortes. Mas o destaque do disco pra mim é o fora/desabafo que fecha o disco, a canção Ooorra: "Eu já passei fome, já apanhei calado. Já me senti sozinho, já perdi uns aliado. Eu já dormi na rua, fui desacreditado. Já vi a morte perto, um cano engatilhado. Eu já corri dos homem, bati nos arrombado. Quase morri de frio, eu já roubei mercado. Já invejei quem tem pai, já perdi um bocado. Eu sofri por amor, eu já vi quase tudo chegado!"

Download do disco: Emicida.rar

Quer mais rap nacional e discos independentes do pais?! Chega la no blog HominisCanidae, abraço!
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