segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Leticia Paregas




















Letícia Paregas fará parte das atrações do próximo evento do Coletivo Noize. A artista irá fazer uma exposição no show do Gigante Animal (SP) que acontece dia 25 de janeiro no Centro Cultural Dosol. Além do Gigante Animal também se apresentam o Civaia (PE) e o Domben, banda local.



Conhecendo


Bem, gosto de desenhar desde pequena, mas comecei a querer isso pra minha vida aos 13 anos, onde passei a estudar por conta própria, com influências de gibis e tal. Sempre me interessei pelo corpo humano e aprendi sozinha boa parte do que sei hoje. Procurava feito louca cursos de desenhos em natal em vão, só vim encontrá-los aos 15 anos na universidade federal do RN no ateliê NAC. Lá aprendi noções básicas, aí depois de ir descobrindo várias técnicas encontrei a aquarela e me apaixonei, desde então meus desenhos são em aquarela, sem regras ou sequer algum estudo, apenas me permito ser livre em escolher cores e manchas.




















Minha paixão são elementos humanos em aquarela contemporânea, com detalhes em pastel e nanquim aquado, uma coisa bem livre a minha escolha e vontade. Minhas inspirações estão em livros embora eu esteja bem longe deles ultimamente. Admiro autores como Franz Kafka, Milan Kundera e Patrick Süskind. O que me atrai é forma intensa de escrita de cada um e tento passar essa intensidade de vivência, ao lê-los, para o papel, às vezes sem nem perceber. Meus pintores favoritos são Klimt, Renoir e Egon Schiele; Fabulosos, cada um no seu tempo e na sua escola artística, mas todos eles com a mesma intensidade divina da arte. Tenho muitas outras influências, coisas como fotografias, viagens, lugares, vivências.




















Conheça um pouco mais do trabalho da Letícia no Link abaixo:


Flickr - Letícia Paregas

Flickr - Letícia Paregas





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sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Gigante Animal em Natal/RN













O Coletivo Noize e Dosol promovem dia 25 de janeiro o show da banda paulista Gigante Animal, junto com o Civaia de Pernambuco e o Domben daqui de Natal. O show no domingão acontece às 17h e é altamente recomendado para quem gosta de música instigante, nova, experimental e afins. Depois não digam que agente não avisou…

Segue um curto release do Gigante Animal:

O Gigante surge no ano de 2006 tendo como integrantes, Guilherme Schmidt, Henrique Zarate e Lucas Wirz que tocavam juntos no extinto College. Thiago Behrndt (Toda Essa Água) se une aos três e se inicia o trajeto musical de fato. Por motivos próprios, Guilherme e Thiago deixam a banda no final de 2006. Em 2007, Henrique e Lucas seguem viagem e acabam por encontrar Thiago Andrade (Karne Krua, Perdeu a Língua, Triste Fim de Rosilene e, atualmente, Debate) e Renato Ribeiro (Bandits e, atualmente, Porto).A estrutura torna a ter corpo e se fecha numa feliz união pós uma pausa forçada, já passada, simbora avante.


como escutar?

- Gigante Animal(SP) –
www.myspace.com/giganteanimal

- Civaia(PE) –
www.myspace.com/civaia

- Domben –
www.myspace.com/bandadomben



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quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

O bonde dos coletivos culturais

http://www.oinimigo.com/blog/wp-content/uploads/2008/12/coletivotratada.jpg

fonte: O inimigo
Por Hugo Morais - 24/12/2008


Coletivo. Pode se chamar de coletivo um agrupamento de pessoas com uma mesma orientação. No tempo que eu andava de ônibus diariamente, naquele que tinha o motor atrás e muitos vinham sentados sobre ele, nos referíamos a esse meio de transporte como coletivo. Que não deixa de ser um agrupamento de pessoas.

A idéia de juntar pessoas com afinidades, para produzir algo em comum, não é nova e vem sendo praticada por diversos grupos em Natal e no resto do país. Essa forma de trabalhar facilita todas as fases da cadeia produtiva e possibilita até um maior investimento e produzir de forma diversificada, se o grupo tiver influências variadas. Foi o que se viu na primeira ação do mais novo coletivo de Natal: Noize. A festa de lançamento do grupo contou com as bandas The Automatics, Bugs, Calistoga e Nuda, de Recife. Também teve projeção de vídeos e exposição de obras de Bruno, também conhecido como Bubu, vocalista do Dead Funny Days.

A diversidade que marcou a primeira ação também está presente no núcleo do grupo: Rafael Costa (Distro e Xubba Musik), Gustavo Macaco (Calistoga), Alexandre Alves (The Automatics e Dia 32) e Leandro Menezes (Lado [R]). Boa parte dos integrantes já trajando camisetas para criar a imagem do coletivo.

Rafael Costa explicou como deve trabalhar o grupo. “Nós iremos fazer festas bimestrais, palestras voltadas ao meio independente, workshops e zine impresso. Na verdade a gente quer fazer cultura como um todo, por isso o coletivo”.

Entre os que produzem música em Natal podem ser citados Xubba Musik e Coletivo Records. Ambos começaram como selos e passaram a produzir eventos. Para Fábio Rocha, do Coletivo Records, a produção atual não seria possível sem um meio muito importante: a internet. “É verdade que a idéia é antiga, mas só agora temos o recurso que precisamos, a ponta dos dedos e dos olhos. Hoje em dia quase todo mundo tem acesso a internet. E já dá para gravar a sua música no seu próprio computador. Isso facilitou muito todo o processo, além de lançar o seu trabalho para que todos possam ver, ainda da para ver o que está sendo produzido em todo o mundo. É uma troca. Basta querer fazer”.

O Coletivo Records já lançou a Coletânea Coletiva volume 01 e 02, o EP da Orquestra Boca Seca e singles de alguns artistas. Já a Xubba já lançou vários discos entre EP’s e álbuns.

Outras propostas e outras cidades

O Apartamento 101 é mais um grupo em atuação em Natal, porém mais voltado para moda e música eletrônica, também na forma de festa. Já foram organizadas duas edições da festa PUM! que lotaram o Galpão 29, na Ribeira. Sempre bem decoradas e com set lists que foram das músicas eletrônicas mais tocadas na atualidade, passando por Xuxa, Gretchen e até Balão Mágico.

Outro grupo que começou como produtor de festas e é mais antigo é o Lo Que Sea, formado por Juliana Fernandes, Layla Mendes, Michel Heberton, Rudá Almeida, Tiago Lopes e Marcelo Campelo. O pessoal investe em rock mais alternativo com discotecagens dos integrantes. Mas quem pensa que só de alegria vive quem produz esses eventos é bom pensar bem antes de fazer, Tiago Lopes mostra o que ganharam com os eventos: “Nada, a bem falar da verdade. Nem lucro, nem visibilidade. Só uma satisfação pessoal miserável em cada um dos integrantes no pós-festa, que dura o tempo de uma ressaca”.

O Lado [R] começou como zine e em pouco tempo estava produzindo festas e apoiando lançamento de discos, como o do Calistoga. O pessoal investe em cultura mais underground. De uns tempos para cá o zine tem crescido e o grupo encabeçado por Leandro Menezes, Rafael F. e Dimetrius Ferreira, tem feito trabalhos mais abrangentes, sem deixar de lado a boa diagramação, o humor cáustico e as influências que marcam o zine desde o início.

Uma das características dos coletivos é a troca de informações e até de fazer intercâmbios em cidades vizinhas. A festa que o Noize promoveu contou com a presença de integrantes do Lumo, coletivo de Recife, na forma da banda Nuda, onde alguns músicos fazem parte do grupo de produção recifense. O grupo já nasceu forte e atua de várias maneiras. “O Lumo atua fomentando cultura, através da gestão inteligente de recursos humanos e materiais, dentro da ótica solidária, para viabilizar projetos culturais. Assim, qualquer projeto cultural (gravação de cd, realização de shows, exposições, mostras fotográficas, etc) pode ter nosso apoio, desde a própria gestão do projeto ao suporte técnico/operacional necessário. Afinal, alguém tem que carregar caixas? Ajudamos nisso também”, explica Roberto Scalia, integrante do coletivo.

E se o Lo Que Sea ainda não colheu frutos, Scalia afirma que no Lumo é diferente: “A viabilização de se atuar na cultura (sendo músico, produtor, técnico de P.A, o que for) de forma sustentável, a educação pelo trabalho, ou seja, o crescimento profissional através das ações realizadas, a conquista de espaços e possibilidades de ações culturais antes impossíveis de serem realizadas. Mas o maior benefício, sem dúvida, é a realização existencial individual de cada um dos integrantes. Se o caboclo não se realizar existencialmente através do coletivo, não se manifestar plenamente enquanto indivíduo, ou o coletivo não está funcionando corretamente, ou o caboclo está no lugar errado. Palavras do mestre Paul Singer”.

Interessou? Cada um desses grupos possui uma ferramenta indispensável hoje em dia, o blog. Neles podem ser encontradas matérias, entrevistas, discos, vídeos, fotos e uma infinidade de atrações para envolver quem acessa o espaço em busca de informação. Clique nos links e conheça os coletivos.

Foto: Jomar Dantas/ Coletivo Noize
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segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Como foi o Dezembro Noize? site dosol


Fonte: www.dosol.com.br



Foto: público prestigiando o Dezembro Noize por Jomar Dantas

Por Foca

Na penúltima festa do ano no Centro Cultural Dosol a mensagem de fim de “mandato” foi bem embemática. Não existe crescimento sem ajuda mútua, troca de tecnologia, network e afinidade para trabalho. Isso serve para países, empresas, cidades, bairros e também para bandas de rock!

Por isso, várias pessoas se juntaram em torno da idéia de um coletivo de trabalho denominado Noize, que nada mais é do que uma extensão do que já vem rolando há algum tempo no rock local. Um ajudando o outro, unidos por afinidade, amizade e (ou) interesse mútuo.


Foto: Alexandre Alves do Automatics em ação, por Jomar Dantas

Cerca de 100 pessoas (um pouco mais) estiveram sábado a noite no Dosol para ver shows e sacar a exposição do artistas plástico Bruno (também vocalista do deadfunnydays). Os shows começaram com o Automatics que em cinco anos estava se apresentando pela segunda vez no Dosol. Não acompanhei o pré-show mas tive a impressão de que eles tocaram muitas (ou só) músicas da primera fase da banda. O som estava bem equalizado e a banda fez uma ótima apresentação. No final, cansado e sem voz, o vocalista e baixista Alexandre Alves, um dos mais emblemáticos amantes do rock por aqui, parecia feliz e satisfeito.


Foto: Bugs, por Jomar Dantas

Na sequência subiu o lisérgico Bugs, com a ótima formação de quatro elementos (qua aliás registra disco novo esta semana aqui no Estúdio Dosol). Sempre me surpreende esse formato novo do Bugs, que na verdade nem é tão novo assim. É que o grupo se apresenta tão pouco que a impressão é de que eles se juntaram agora. O show começou com um pequeno problema na guitarra de Dimetrius, mas rapidamente foi contornado e fluiu muito bem até o final “pink floyd stoned“.


Foto: Nuda se entregando no Dosol, por Jomar Dantas

O Nuda de Recife veio na sequência trazendo uma proposta sonora muito diferente da que estava sendo proposta na noitada, o que acabou disperçando um pouco o público. Quem se interessou em acompanhar o grupo, viu uma banda madura, com uma sonoridade bem consistente e que de tanto calejar nas estradas Brasil afora já tem se tornado referência de boa música vinda de Pernambuco. Detalhe legal é que o vocalista Rafael não faz parte do Clube dos Vocalista Pernambucanos Desafinados (termo inventado pelo impagável Hugo Montarroyos) capitaneado por gente como China, Roger Man, entre outros. Um bom show também pro Nuda, mas um pouco inferior a excelente participação que tiveram no Warm Up do Festival Dosol em abril.


Foto: Calistoga, por Jomar Dantas

Para encerrar a noite veio o Calistoga que já tem um público fiel quando toca e que vem tendo um ano memorável. O clima era de fim de feira, com a banda descontraida, escolhendo set na hora e mandando sons diversos, uns at the drive ins e por aí. foi Bom como sempre.

Vida longa aos Noizes e ao rock potiguar.

Para ver mais fotos: www.coletivonoize.blogspot.com

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domingo, 21 de dezembro de 2008

Fotos Dezembro Noize - Parte 4

A Festa + CALISTOGA
fotos por Jomar Dantas













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Fotos Dezembro Noize - Parte 3

NUDA
fotos por Jomar Dantas






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Fotos Dezembro Noize - Parte 2

THE AUTOMATICS
foto por Jomar Dantas











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Fotos Dezembro Noize - Parte 1

BUGs
fotos por Jomar Dantas










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sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

EntreviZta com Bugs


1- De forma resumida, como foi o ano de 2008 para a banda?

2008 ensaimos muito e fizemos muitas músicas e tocamos bem pouco. Fizemos apenas 3 shows no ano, um foi em São Paulo, na Virada Cultural e os outros por aqui mesmo. Acabou sendo um ano produtivo, temos material pra lançar próximo... desde que eu e augusto entramos na banda, o bugs não lançou nada ainda e a expectativa é a melhor.


2- Qual a importancia do surgimento de um novo coletivo voltado para a produção cultural e rockeira local?

Sempre legal idéias coletivas. Acredito que outras bandas possam tomar como exemplo e artirem para produção dos próprios shows, junto de outras bandas e assim vai... a ribeira está aí para ser usada por quem faz arte, seja ela qual for. Mas a iniciativa quase sempre tem que partir do artista.


3- Quais os planos para o próximo ano?

Lançar material novo, os planos são para o primeiro trimestre.


4- Sugestão para o verão: um disco, um livro e uma praia?

Um disco bom pro verão é o novo do Pinback, ou qualquer um deles. Um livro é o Paraíso na Fumaça, do Chris Simunek, editor da Hightimes e uma praia é Canoa Quebrada-CE.


5- O que podemos esperar desse show do proximo sabado?

Uma ótima oportunidade pra quem quizer sacar o que estavámos fazendo esse ano.




quem pergunta? Leandro Menezes
quem responde? Dimetrius Ferreira


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quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

EntreviZta com Nuda(PE)




1- De forma resumida, como foi o ano de 2008 para a banda?

Pareceram 10 anos em 1. Conseguimos realizar as metas previstas para o ano (lançamento do EP, distribuição e circulação), mas conquistamos o mais importante: ouvidos fiéis. A resposta verdadeira do público e da crítica foi a melhor parte dessa jornada.

2- Qual a importancia do surgimento de um novo coletivo voltado para a produção cultural e rockeira local?

Não só rockeira, musical em geral. Afinal, delimitar-se a algum estilo particular em Recife seria um enorme desperdício de arte. rsrsrs

O Lumo veio somar. Veio provar que é possível manifestar cultura sem depender exclusivamente das muletas públicas ou dos terceiros interesses da fera humana, o capital. Cada artista que percebe essa possibilidade, que renova suas esperanças em viver de sua arte é uma cuca a mais na batalha. Falei da diversidade cultural de Recife, mas cito também a triste incapacidade e incredulidade dos recifenses para com os modelos solidários e coletivos de ação. Por isso, o termo é batalha. Lutar para contrapor-se aos modelos vigentes de "cada um por si", de "esse contato é só meu, o resto que se exploda". Lutar para melhorar a percepção de que, em se tratando de cultura, não se opera fundamentalmente com as variáveis do mercado econômico padrão, pois, por exemplo, não há interesse em fomentar a concorrência. Há interesse em possibilitar a soma, a diversidade.


3- Quais os planos para o próximo ano?

Gravar o nosso CD, reforçar nossa circulação pelo Brasil, iniciar a circulação na Europa, consolidar cada vez mais apreciadores da nossa música.


4- Sugestão para o verão: um disco, um livro e uma praia?

Não sei se posso atribuir minha escolha ao fato de ter visto um show fenomenal deles ontem, mas sugiro o cd "Maldito" da banda A Comuna, grupo que não tem receio de se lançar no abismo do jazz, do experimentalismo. Pra ajudar a refinar dogmas e conceitos, taque "O Anticristo" de Nietzsche. E faça isso na praia de Calhetas, que tudo fica mais BG.


5- O que podemos esperar desse show do proximo sabado?

Pedrada na cabeça. Além das tradicionais, vamos tocar uma canção inédita, que acabou de sair de nossa fabriqueta psicodélica. Estamos ansiosos pra tocar de novo no DoSol, casa que sempre abriu suas portas pra gente. E agora, a noitada vai ser completa, já que tocaremos juntos com nossos amigos de Natal.



quem pergunta? Leandro Menezes
quem responde? Nuda
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EntreviZta com The Automatics



1- De forma resumida, como foi o ano de 2008 para a banda?

Foi um ano de retorno às atividades, depois de ano inteiro praticamente parados, uma vez que em 2007 só tocamos uma vez e ainda por cima de forma acústica na reinauguração da hoje já saudosa Velvet Discos. Gravamos um novo disco - Post fiction - e inauguramos nosso selo novo de música, o Dia 32. Fora isso, o ano de 2008 manteve nossa idéia inicial: não parar de tocar, não parar de compor, gravar mais e mais. Aliás, acho que somos a banda potiguar que possui mais canções gravadas, já passamos de 70 composições já gravadas, registradas e lançadas ao longo de nossos seis discos. Inclusive, a gravação do próximo disco já está marcada para janeiro.


2- Qual a importancia do surgimento de um novo coletivo voltado para a produção cultural e rockeira local?

Essencial para dar e manter uma continuidade de exposição das bandas e melhorar ainda mais o cenário local, sempre carente de shows, festivais, acontecimentos. Tudo que venha a ajudar a compor algo que venha a agitar o cenário "roqueiro" local é bem visto.


3- Quais os planos para o próximo ano?

Gravar em janeiro mais um disco - já temos umas 10 composições novas -, mixar em fevereiro e tocar mais em Natal e seus arredores. Precisamos também divulgar mais nosso trabalho pela internet, algo que ainda somos um tanto quanto incompetentes pra fazer. Há também uma idéia der fazer um dvd com nossos videoclipes e algumas canções que temos gravadas ao vivo no MADA e na Casa da Ribeira.


4- Sugestão para o verão: um disco, um livro e uma praia?

Um disco não, três. Um de fora é o alt-country da canadense Kathleen Edwards, Asking for flowers. Um nacional é o primeiro disco de um cidadão do Ceará chamado Mr. Spaceman, lançado recentemente pelo selo carioca Midsummer Madness. Não posso esquecer de citar o novo disco dos Bonnies, o tal Disco azul. Pra quem os chamava de preguiçosos, a resposta foi na altura do pescoço, com um álbum de rock, repleto de baladas, blues e até country. Disco do ano. Um livro que recomendo é Criaturas flamejantes, de Nick Tosches, falando sobre os primórdios do rock'n'roll. E uma praia...qualquer uma que tenha ondas pra andar de longboard, claro. Mas a praia de Intermares, nos arredores de João Pessoa, recomendo a todos. Tranquilidade, ondas pequenas, aquele solzão...


5- O que podemos esperar desse show do próximo sabado?

Vamos relançar nosso primeiro EP, de 2002 e que tinha somente cinco faixas, acrescentando três faixas inéditas. Então, vamos tocar só canções antigas, "Waltzland", "The invisible ballad", "Fakefinalsound", "Memories down"...composições que a gente não toca faz anos, só pra lembrar de um tempo em que fazíamos bem mais barulho que hoje. Os ensaios foram uma pedrada nos meus ouvidos. Chegava em casa com uma microfonia daquelas nos tímpanos. E cheguem cedo. Vai ser NOISE.




quem pergunta? Leandro Menezes
quem responde? Alexandre Alves
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terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Dezembro Noize no Lado Norte




fonte: Ladonorte.net

O coletivo Noize realiza seu primeiro evento no RN. Trata-se do Dezembro Noize, reunindo as bandas Calistoga, The Automatics, Bugs e os convidados do Nuda (PE), shows em Natal, capital potiguar, no próximo sábado dia 20.

O intuito deste primeiro evento é inaugurar um intercâmbio cultural e artístico, partindo do pressuposto musical como base, mas não descartando outras manifestações artísticas (fotografia, vídeo, artes plásticas, mini-feiras de cds).

No dia do evento, que começa às 10 da noite, as bandas apresntaram seus novos trabalhos, com exceção dos Automatics, trio de brit rock, que estarão relançando na ocasião seu primeiro EP DESERT MUSIC FOR VISIBLE ENEMIES (lançado em 2002 pelo extinto selo Solaris Discos), desta vez acrescentando 03 faixas bônus e lançando pelo Dia 32, novo selo natalense.

Os Bugs vão apresentar faixas novas em fase de gravação (novo EP saindo no começo do ano), mas sempre mostrando o seu noise psicodélico.

O Calistoga, que vem tocando com frequência no cenário potiguar, surge com as canções de seu reçem-lançado ep Normal people's brigade, trazendo riffs tempestuosos, vocal raivoso e guitarras bem trabalhadas à la Fugazi e Mars Volta.

Por fim, o Nuda traz de Recife o seu samba barulhento, misturando psicodelia, batuques e guitarras (de vez em quando) barulhentas.

Os primeiros pagantes vão receber cds de brinde com bandas do RN.

O QUE? DEZEMBRO NOIZE
QUEM? THE AUTOMATICS - CALISTOGA - BUGS - NUDA (PE)
ONDE? DOSOL ROCK BAR, RIBEIRA, NATAL /RN
QUE HORAS? 22 horas
QUANTO? R$ 5,00 (cinco reais)
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Bugs no Dezembro Noize



Bugs
(RN)

Grupo garageiro, barulhento e de pitadas psicodélicas made in Natal/ RN, inspirados por coisas como Who, Blur, Iggy Pop and stooges, Syd Barret, Kinks, MC5, Grand funk, Mutantes, Velvet Underground, cinema e literatura.

Criado em 2002, já no ano seguinte o BUGS foi um dos destaques do Festival MADA (Natal/RN). Com a repercussão do seu trabalho, em 2004 o grupo retornou ao palco do festival anunciados como uma das boas revelações do evento. Conseqüência disso, foi a participação no Festival Porão do Rock, em Brasília, onde se apresentaram para um público de 25 mil pessoas. Ainda em maio de 2004, a banda participou do programa Canta Brasil transmitido pela FM Palermo em Buenos Aires - Argentina. Em 2005, participaram do Abril Pro Rock/Festival Claro que é Rock (PE) e da Feira da Música (CE). Em 2006 o BUGS marcou presença no Festival Mundo (PB) e Festival DoSol (RN).

Desde o seu início o BUGS atuava em formato de Power Trio. Em meados de 2006 algumas mudanças acontecem: primeiramente Augusto Cézar assume a bateria. Posto que até então era ocupado por Joab Quental. Meses depois, após participar de um show da banda, o guitarrista Dimetrius Ferreira é convidado para integrar o grupo. O BUGS torna-se assim um quarteto: hoje é Paolo Araújo (baixo e voz),Denilton Soares (guitarra), Dimetrius Ferreira (guitarra) e Augusto Cezar (bateria).



Discografia

2002 | EP “JE SUIS UN RÉVOLUTIONNAIRE” - Mudernage / Solaris
2003 | CD “BUGS” - Mudernage
2006 | EP “EXÌLIO” - Mudernage

Formação?


Paolo - baixo/voz
Denilton - guitarra
Augusto - bateria
Dimetrius - guitarra

Como escutar?

Bugs - Myspace





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xubbafest





















a xubbamusik selo potiguar anuncia programação de seu festival, o evento contara com algumas das bandas do seu cast. confira a programação;


XUBBAFEST

- Distro
- Calistoga
- Vitrola
- Fewell

27 de dezembro, R$ 3,00
Centro Cultural Dosol, 22h


.
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sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Matulão














Um show sobre o rei do baião - Luiz Gonzaga
Isaque Galvão – Participação de: Eduardo Taufic, Airton Guimarães e Di Steffano


Matulão é um Show sobre o rei do baião Luiz Gonzaga. A vida e obra do artista mais representativo da música nordestina, Isaque Galvão interpreta de forma totalmente inovadora, misturando a autêntica música do nordeste, com a sonoridade dos acordes e improvisos típicos do jazz, neste show o artista é acompanhado por três grande músicos, são eles, Eduardo Taufic, reconhecido pelo seu trabalho de músico atuante em vários segmentos, Airton Guimarães graduado professor de contra-baixo e diretor da escola de música da UFRN, integrante da orquestra sinfônica do Rio Grande do Norte e o baterista Di Steffano, que já acompanhou grandes nomes como Arthur Maia, tendo também lançado seu CD Instrumental.


aonde? quando? quanto?

Casa da Ribeira
13/12 - Sábado
21:00 horas | R$ 16 inteira


para mais informações, acesse:
www.casadaribeira.com.br
www.casadaribeira.com.br
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Myspace do Coletivo Noize no ar!!

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quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

NUDA no Dezembro Noize

















Os pernambucanos do Nuda vão se apresentar no Dezembro Noize.
Essa não será a primeira apresentação deles aqui em Natal, já tiveram passagens aqui em eventos como o Festival Novas e Festival Dosol Warm up. a banda vem ganhando muito espaço no cenário musical com o seu som agradável e leves pitadas de experimentalismos. Conheça um pouco do Nuda.




Conhecendo a Nuda

Pra que arrebanhar o vasto? Pra que trancafiar-se em classificações?
O traço mais singular da Nuda é sua pluralidade. É o desapego às definições já explícito em seu nome: uma banda nua, que prefere não se "vestir" de formatos, prefere não se prender aos moldes e limitações. Pura. Genuína como toda expressão artística deve ser.

Formada no início de 2006, a banda lançou no final deste ano duas músicas (Maruimstad – seu primeiro Single – e Samba de Paleta) juntamente com sua página no Myspace, alcançando uma popularidade altíssima no site. Desde então a banda já mostrava seu trabalho meticuloso nas letras, em seus jogos e facetas, em harmonias ousadas e na constante preocupação em driblar o óbvio.

Depois de tocar nos principais bares da cena alternativa do Recife em 2007, a banda lançou virtualmente o seu segundo EP, intitulado Menos cor, mais quem, com 5 novas músicas, gravado e mixado no Fábrica Estúdio (PE) e masterizado no Classic Master (SP).

Com apenas dois meses de lançamento, virtual ainda, a banda já colhe os frutos. Em janeiro participou do Festival Novas no DosolRockBar em Natal/RN, participação extremamente elogiada e que rendeu o convite para se apresentar no Festival DoSol Warm Up que será realizado em março naquela cidade. A nuda participou também, em Fortaleza/CE, da edição local do Grito Rock América do Sul, festival integrado que abrangeu mais de 40 cidades no Brasil, além de Buenos Aires e Montevidéu e já recebeu o convite para mais um festival integrado, desta vez o Nordeste Independente em Recife/PE.

Junto com as novas músicas, a banda traz seu myspace reformulado (www.myspace.com/sitionuda) com o conceito gráfico do EP, além de disponibilizarem todas as músicas para download gratuito (www.tramavirtual.com/nuda). Em breve a será lançada a versão física deste trabalho, em SMD.

E por falar em versão, a Nuda faz parte do tributo virtual aos 40 anos do White Album dos Beatles, organizado por Marcelo Fróes. A banda fez uma versão de “Mother Nature’s Son” que estará junto com versões de outras músicas do mesmo álbum por artistas de renome nacional como Zé Ramalho, Autoramas e Lobão.


formação?

Henrique - Baixo
Arthur Dossa - Guitarra / Violão
Rapha - Guitarra / Voz
Scalia - Bateria / Percussão


como escutar?

TramaVirtual - NUDA

Myspace - NUDA





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Grito Rock Porto de Galinhas 2009














fonte: blog Coletivo Lumo


INSCRIÇÕES ABERTAS

Inscreva a sua banda no Grito Rock Porto de Galinhas 2009!

Não se deixe enganar. O Grito Rock é um festival muito mais plural do que seu nome sugere.

A começar pelo número de eventos participantes: a edição de 2008 contou com mais de 40 cidades brasileiras, além de Montevidéu e Buenos Aires, fazendo deste o maior festival integrado da América Latina.

Buscando inserir Pernambuco nesse circuito já consagrado em outras localidades, o Lumo Coletivo abrirá o calendário do festival com a inclusão definitiva do estado nessa rede de ações.

Essa estréia será em grande estilo. Do dia 25 a 29 de janeiro, Recife sediará o circuito de palestras e debates com agentes da cadeia produtiva cultural brasileira, visando intensificar a troca de tecnologias e experiências com os produtores locais. Logo depois, nos dias 30 e 31, o festival segue para a praia de Porto de Galinhas, onde ocupará o bar Muru Muru com apresentações de bandas e artistas autorais de todo o país.

O Grito Rock América do Sul 2009 será a maior ação integrada e simultânea que se tem notícia na música independente nacional. Envie seu formulário até a meia-noite do dia 31 de dezembro. Ano novo, vida nova, meu chapa! Participe!

BAIXAR FORMULÁRIO



Em breve mais notícias, promoções, água de côco,
dicas da culinária litorânea... e o mar.
Ah! O mar...

Vocês podem agora conferir todas as notícias relacionadas
ao Grito Rock Porto de Galinhas neste endereço:
www.gritorockporto.blogspot.com




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quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Brunno Freire | Superjunk


















Brunno Freire foi convidado pelo Coletivo Noize para fazer uma exposição de seus trabalhos no Dezembro Noize, conheça um pouco sobre seus trabalhos e como ele começou.



Falando sobre os rabiscos:

Eu desenho desde moleque. Minhas principais influencias no começo foram os proprios desenhos da WaltDisney e Caverna do Dragão. Com o tempo foram surgindo outras coisas, como a Família Adams, eu lembro que adorava inventar a minha propria familia "Adams". Pirei muito nisso quando tinha uns 13-14 anos. Depois veio os Simpsons, Quarteto Fantástico, O Motoqueiro Fantasma e outras coisas que nem lembro mais.






















Depois, com o advento dos home computadores e internet discada nas casas da maioria das famílias da chamada Classe Média brasileira, descobri que haviam outras pessoas que pareciam que assim como eu também piravam em bolar desenhos estranhos e de aparencia descompromissada. Quase concomitantemente o skate e rock'n'roll me foram apresentados, e dai veio a curisidade de buscar novos trabalhos dos caras que faziam os desenhos dos shapes que eu via por ai e das artes dos discos que eu gostava. Essa foi minha escola.























Hoje tento continuar rabiscando sempre que posso. Experimentar com novos formatos, texturas, superfícies sempre foram minhas maiores motivações. O skate e o rock me mostraram as ruas através de uma perspectiva excitante. Então a coisa de colar meus desenhos na rua veio. Nem sabia que existia essa onda posters e stickers pelo mundo a fora. Só depois descobri que isso existia. E foi ai que pirei mais ainda nisso tudo. O Sesper, SHN, Stephan DoIt, Billy Argel, Obey, me influenciam muito até hoje.

Os desenhos estão presentes em minha vida desde criança e minha relação com eles sempre foi natural e descompromissada. Eu já fui daqueles que compram revistas de aula de desenhos. Mas achava um saco. As vezes conseguia terminar a aula, as vezes deixava o desenho tecnico de lado e me pegava a rabiscar outras coisas. Não percebia evolução. Por isso eu digo que não sou desenhista, só me expresso através dos rabiscos com a linguagem do que vejo e do que me atrai.



galeria?

http://www.fotolog.com/superjunk
http://www.fotolog.com/superjunk
http://www.fotolog.com/superjunk


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The Automatics



















Conheça o The Automatics, velha conhecida pelo publico rock independente de Natal e uma das bandas mais produtivas do rock potiguar, a banda sera uma das atrações do Dezembro Noize no dia 20 de dezembro. o curioso é que sera a segunda apresentação da banda no Centro Cultural Dosol.


confira o release da banda

formado em meados de 2002, The Automatics lançou no mesmo ano o CD/EP “Desert music for visible enemies” (Solaris Discos) que continha cinco faixas próprias. Logo, o trio foi convidado para participar com a faixa inédita “Sunday attack” da coletânea em CD “Nasentocas vol. 4”, do fanzine eletrônico pernambucano Nasentocas.

Em março de 2004, o grupo concluiu o primeiro CD triplo do rock independente brasileiro, intitulado “More senseless” (Solaris Discos), tematicamente dividido em um disco acústico, um elétrico e um com experimentações eletrônicas, totalizando 33 faixas de autoria da banda.
O trio, que hoje conta com Alexandre Alves (vocal / baixo), Henrique Pinto (guitarra / backing vocal ) - este último concorreu na categoria “Instrumentista Revelação” no Prêmio Hangar 2003 - e Augusto Cézar (bateria), já foi destaque na imprensa local e nacional, que acabaram destacando o rock barulhento e melodioso dos Automatics. O trio acabou recebendo destaque no Jornal da MTV (23/03/04) quando a emissora cobriu o Festival Mor-Março (João Pessoa/PB), assim como também na cobertura do MADA 2004(maio / junho).

Em julho de 2004, a banda lançou um novo trabalho, desta vez um cd dividido com a banda pernambucana Mellotrons. O cd “Horizon” mostra cinco faixas novas dos Automatics, com o trio exibindo seus refrões bombásticos em meio a faixas como “Distant point” e “Everlost”, esta última com um videoclipe participante na Mostra de Cinema do festival MADA 2005.

Em 2005 concorreram na categoria Revelação no Prêmio Claro de Música Independente, antigo Prêmio Dynamite, e em julho estiveram em São Paulo para sua primeira turnê pelo sudeste brasileiro, onde fizeram seis apresentações em dez dias nas principais casas de shows para bandas independentes da capital paulista.

Ainda em 2005 o trio participou na coletânea “Na poeira solar” (Solaris Discos) com duas faixas inéditas, compilação esta, que conta com várias bandas nordestinas, lançada em junho de 2005, e também lançou um disco acústico, “More senseless – acoustic sessions”, disco esse que contém faixas extraídas do disco acústico presentes em “More Senseless” de 2004, com o acréscimo de algumas novas composições.

Em 2006 os Automatics lançaram mais um disco, “Crepuscular”, durante o festival MADA - Música Alimento da Alma, em Natal/RN.
Após o festival a banda fez algumas apresentações em festivais locais e decidiu tirar umas férias - que acabaram se tornando longas demais gerando dúvidas sobre a existência/continuidade das atividades.

Agora, em 2008, o trio retorna com mais um ep, "post_ficion", recheado de novas canções, talvez menos barulhentas mas com a mesma característica presente em sua trajetória desde a sua fundação - violões + guitarras distorcidas + vocais melodiosos + rock inglês puro e direto.


DISCOGRAFIA:

- Desert music for visible enemies (05 faixas, novembro 2002)
- Nas Entocas Volume 4 (coletânea, 01 faixa, setembro 2003)
- More senseless (cd triplo, 33 faixas, março 2004)
- Horizon (cd dividido com a banda Mellotrons, 05 faixas, julho 2004)
- Na poeira solar (coletânea, 02 faixas, junho 2005)
- More senseless - acoutstic sessions (11 faixas, outubro 2005)
- Crepuscular (10 faixas, maio 2006)
- post_fiction (08 faixas, março 2008)


formação?

Alexandre Alves - baixo / vocais / guitarra / harmonica
Henrique Pinto - guitarra / violão / baixo vocais / loops / keyboards
Augusto C. Tavares - bateria


como escutar?

TramaVirtual - The Automatics

Myspace - The Automatics





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